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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Herodes- Sinal em libras

Sinal com a configuração de mãos em "H" com o movimento na lateral da cabeça lembrando os louros usados pelos imperadores.

Hoje conhecemos Herodes como o monarca criminoso do Evangelho de Mateus, que mandou matar as crianças do sexo masculino em Belém, numa tentativa fracassada para matar Jesus que, segundo a profecia seria rei dos Judeus.  Herodes também foi quem indicou o caminho a cidade de Belém aos reis magos vindos do oriente.

Herodes nasceu em 73 A.C. e cresceu na Judeia, um reino situado no coração da antiga Palestina, dilacerado pela guerra civil e encurralado entre inimigos poderosos. A monarquia asmoniana que governara a Judeia durante 70 anos dividiu-se numa luta fratricida pelo trono, travada entre os dois príncipes irmãos Hircano II e AristóboloII . O pai de Herodes, principal conselheiro de Hircano e general muito dotado, decidiu-se pelo apoio aos romanos, que viriam a expulsar Aristóbolo e fizeram Hircano rei da Judeia.

Desde a infância que Herodes percebeu as vantagens do entendimento com os suseranos romanos, posição há muito classificada como traição ao povo judaico, e acabaram por ser os romanos a legitimar a sua coroação. Ao longo da sua vida como monarca, esforçou-se por compatibilizar as exigências romanas com as dos súbditos judeus, que ciosamente preservaram a sua independência política e religiosa. Esta tarefa era dificultada pelos antecedentes de Herodes a mãe era árabe e o pai idumeu e embora o educassem como judeu, ele não possuía o estatuto social das antigas e poderosas famílias de Jerúsalem.
Quando em 43 a.C. , o pai de Herodes morre envenenado e Hircano é deposto, Herodes refugia-se em Roma. Aqui o Senado recordando a sua fidelidade inquebrantável nomeia-o rei da Judeia. Herodes possuía agora o seu reino, mas ainda tinha de o conquistar, tarefa que lhe demorou 3 anos de intensos combates.

sábado, 10 de agosto de 2013

Golias - Sinal em libras


O sinal de Golias é com a configuração de mãos em “G” na testa lembrando o fato que desencadeou sua derrota para o jovem Davi.

Golias é uma figura emblemática no antigo testamento ele media um pouco mais de 2 metros de altura, de acordo com a linguagem vetero testamentaria, ele media 6 côvados e um palmo. Era um guerreiro treinado na arte da guerra um verdadeiro campeão no meio dos filisteus. Em um dos embates entre os filisteus e os israelitas esta figura amedrontava e desafiava os soldados israelitas por dias, mas sem obter sucesso algum, até que um dia um guerreiro do campo que lutava com lobos, leões e outras feras, decidiu encara-lo. Davi o pequeno guerreiro de Deus.

Em 1 Samuel 17 encontra-se a vitória que Davi em nome de Deus impôs sobre Golias, pode-se dizer que esta vitória foi o grande inicio do reinado de Davi e sua forte influencia sobre os guerreiros de israel.

sábado, 27 de julho de 2013

Cura - Sinal em LIBRAS


Sinal de cura um sinal composto primeiramente o sinal de doente com a configuração em "S" e em "B" com movimentos semelhantes ao de brilho e em seguida o sinal de sumir.

sábado, 13 de julho de 2013

Interpretando um sermão


Cada interpretação de uma mensagem em libras é uma responsabilidade sem igual. O obreiro com surdos precisa estar ciente que sua vida é um instrumento usado por Deus para alcançar o coração dos surdos com sua palavra e não com sua interpretação, mas é imprescindível que o obreiro seja experiente e busque melhorar suas interpretações em libras sempre que possível.
Então, algumas dicas para você melhorar sua vida com Deus e consequentemente sua interpretação.





1.    Tenha disciplina na sua vida devocional. Segundo Spurgeon o príncipe dos pregadores “sem disciplina não há aprendizado.” Se você não estabelecer um horário para ler sua bíblia e manter-se fiel dificilmente você o fará.
2.    Ore sem cessar. Este é o conselho do apostolo Paulo em 1 tessalonicenses 5:17, pois é uma grande pratica. Por vezes nossas orações são derrotadas antes mesmo que oremos, pois nos ocupamos com milhares de coisas menos com a oração.
3.    Estabeleça um dia na semana para jejuar. Há mais poder no jejum do que você pode imaginar, então, viva com este foto, encher-se de Deus todos os dias para que as pessoas vejam em você a imagem de Jesus Cristo.
Eu e você nascemos para glória de Deus[1], então, vivamos de todo o nosso coração para este fim. Glorificar o nome de Deus.





[1] Romanos 11:36

terça-feira, 9 de julho de 2013

O surdo e a teologia fenomenológica.


O pensamento teológico se define a partir de fenômenos experimentados no cotidiano, que possibilitam bases para diversas interpretações sobre a multiplicidade dos noemas[1] humanos acerca de Deus, porém um que me chama muito a atenção é o pensamento teológico na perspectiva de um individuo surdo, que chamarei aqui de pensamento surdo-teológico. O pensamento surdo-teológico se define a partir da maneira empírica de vivência que o surdo tem sua leitura cosmológica, vem mediante as imagens ou gestos que ele lê e interpreta em seu universo silencioso e visual. Seus olhos tem um papel preponderante para a construção de seus conceitos e percepções sobre seu universo.
Quero esclarecer que me refiro ao individuo como surdo, para prefigurar aquele que luta por sua cultura e maneiras dinâmicas de comunicação, então, não se assemelha em nada ao individuo deficiente auditivo, mas em parte ao implantado e o oralizado.  O surdo tem uma língua gestual-visual de caráter interpretativo a partir da experiência visual, então me impulsiono a refletir sobre a capacidade de noesis[2] do abstrato, como isso se processa pelo surdo?
Suas bases de interpretações do ser de Deus (ani hú, EU SOU) vem de suas interpretações dos fenômenos vividos com o seu ser (ani wehu, eu e Ele ), não é difícil um surdo crer em um Deus que não ouve, ou seja, um Deus surdo, não quero ser mal interpretado, mas não me refiro a um entendimento ouvintista,  pois os conceitos do individuo surdo sobre surdez não se assemelham aos nossos, nem tomo como base a ontologia, pois suas tentativas de definir o ser de Deus são altamente limitadas e ficam no campo da subjetividade.
 Para nós uma pessoa surda é aquela que é desprovida do sentido da audição, e os estigmatizamos como “deficientes” no sentido mais esdrúxulo da palavra, mas a concepção de Deus pode ser vista como um Deus que vê tudo que o cerca e se manifesta, que ouve através dos olhos como as pessoas ouvem no seu contexto de gesto- comunicação, ou seja a fé vem pelo o ouvir (ver na aplicabilidade surdo-teológica da palavra) e a experimentação do abstrato vem por meio de suas experiências concretas, pois entendemos que Deus se revela através de sua criação. 
Chego então à conclusão que é a partir de uma cosmo visão de cunho fenomenológico[3], que o individuo surdo tem sua fé no Deus altíssimo fazendo uso de ideias teológicas que caminham pelo campo do modalismo[4] teológico.

Pr. Adoniran Melo




[1] essências ou significações
[2] atos intencionais da consciência
[3] Fenomenologia (do grego phainesthai - aquilo que se apresenta ou que se mostra - e logos - explicação, estudo) afirma a importância dos fenômenos da consciência, os quais devem ser estudados em si mesmos – tudo que podemos saber do mundo resume-se a esses fenômenos, a esses objetos ideais que existem na mente, cada um designado por uma palavra que representa a sua essência, sua "significação". Os objetos da Fenomenologia são dados absolutos apreendidos em intuição pura, com o propósito de descobrir estruturas essenciais dos atos (noesis) e as entidades objetivas que correspondem a elas (noema).
[4] Modalismo é um termo "cunhado no século XIX"  (por opositores trinitários ), talvez seguindo a filosofia de Baruch Spinoza ,  para descrever uma posição, de acordo com seus seguidores, estritamente monoteísta e presente não só nos cristãos dos primeiros séculos mas na história da Igreja cristã, onde Deus é definido como um Santo e indivisível, que se manifesta ao homem de várias maneiras (Hebreus 1:2;. 1 Timóteo 3:16, 2 Coríntios 5:19, John. 14:8-9), e foi manifestado na carne, como Jesus Cristo, a fim de redimir o homem (1. Timóteo. 3:15-16). Antes da invenção do modalismo prazo, a doutrina tinha sido conhecido por termos como Monarquianismo , ou a crença em um único rei ou monarca é Deus Sabellian Sabellianism ou heresia contra a qual lutou no século IV São Basílio Magno .

sexta-feira, 5 de julho de 2013

As três tentações do interprete de LIBRAS evangélico.


Cientificismo, dinheiro e poder

Cientificismo é um dos problemas hoje mais presente nas igrejas evangélicas e nos ministérios com surdos espalhados pelo nosso país. Ele na realidade é um grande presente de Deus para toda mente que não deseja petrificar-se em pouco conhecimento[1], mas por vezes tem tomado o lugar do reino de Deus em muitos corações antes apaixonados por Jesus.[2]

O dinheiro aparece como uma necessidade humana e uma benção quando bem usado ou usado com sabedoria, mas o próprio Jesus falou no evangelho de Mateus não podemos servir a dois senhores ou servimos a Deus ou servimos a “mamon” (entidade relacionada ao dinheiro na época de Jesus) ou seja não podemos servir a Deus e ao dinheiro.[3]

Poder político e de influências é o terceiro problema encontrado na realidade evangélica, mas este é um problema sintomático, pois quando se perde o temor do Senhor os homens pensam que são e acabam se tornando seus próprios deuses. [4]

Na realidade cada item desses não é um problema em si, mas quando mal administrado e quando não se observa que Cristo Jesus é o nosso foco e que recebemos de Deus este ministério para ser o instrumento de glorificação do nome de Deus em nossas vidas, logo, logo perderemos o foco.[5]




[1] Provérbios 1:7
[2] Mateus 6:33
[3] Mateus 6:24
[4] Colossenses 1:16
[5] Romanos 11:36

sexta-feira, 24 de maio de 2013

QUEM ENTRA NO REINO DOS CÉUS - em LIBRAS


Sumo Sacerdote em LIBRAS


Derbe


Sinal com as configurações de mão em "D" e "B" com a movimentação de último.


Derbe era uma antiga cidade da província romana da Licônia e que passou a fazer parte do sul da Galácia, depois que esta outra província veio a ser ampliada, provavelmente na época de Augusto, sendo mencionada no livro de Atos do Novo Testamento da Bíblia como um dos locais visitados pelo apóstolo Paulo em suas viagens missionárias.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Sinal de Atos


Configurações de mãos em "A" lembrando o sinal de trabalho

Os Atos dos Apóstolos (grego: Πράξεις των Αποστόλων, ton praxeis apostolon; Latim: Acta Apostolorum) é o quinto livro do Novo Testamento. Geralmente conhecida apenas como Atos, ele descreve a história da Era Apostólica. O autor é tradicionalmente identificado como Lucas, o Evangelista. O Evangelho de Lucas e o livro de Atos formavam apenas dois volumes de uma mesma obra, o qual daríamos hoje o nome de História das Origens Cristãs. Lucas provavelmente não atribuiu a este segundo livro um título próprio.
 
Somente quando seu evangelho foi separado dessa segunda parte do livro e colocado junto com os outros três evangelhos é que houve a necessidade de dar um título ao segundo volume. Isso se deu muito cedo, por volta de 150dC. Tanto em sua intenção quanto em sua forma literária, este escrito não é diferente dos quatro evangelhos. O objetivo desse livro é mostrar a ação do Espírito Santo na primeira comunidade cristã e, por ela, no mundo em redor. O conteúdo do livro não corresponde ao seu título, porque não se fala de todos os apóstolos, mas somente de Pedro e de Paulo. João e Felipe aparecem apenas como figurantes. Entretanto, não são os atos desses apóstolos que achamos no livro, mas antes a história da difusão do Evangelho, de Jerusalém até Roma, pela ação do Espírito Santo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sinal de apóstolo


Configuração de mãos em “A”e “P” com o movimento que lembra muito o sinal de pastor.

De acordo com a tradição cristã, os apóstolos, também chamados de discípulos de Jesus, foram os judeus enviados (como indicado pela palavra grega ἀπόστολος, apóstolos) por Jesus para pregar o Evangelho, inicialmente apenas aos judeus e depois também aos gentios, em todo o mundo antigo. Eram em total doze pessoas. Sendo que Paulo também é chamado de apóstolo e ele mesmo se denomina apóstolo de Jesus Cristo.

Segundo o Evangelho de Lucas, "Ele chamou para si os seus discípulos, e deles escolheu doze, a quem ele chamou de apóstolos" (Lucas 6:13).

Vemos, entretanto, que, logo após a ressurreição de Jesus, outros homens foram comissionados (enviados) como apóstolos da igreja cristã, ultrapassando o número inicial dos 12 apóstolos.
O termo apóstolo é designado para um trabalho específico dentro da estrutura de cargos da igreja. Prioritáriamente, este serviço seria o de expandir a mensagem do evangelho para novas localidades, organizando a vida cristã entre os fiéis. A função é responsável pela fundamentação de questões doutrinárias, em consonância com os ensinamentos de Deus.