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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Sinal de oração em LIBRAS





Oração é algo sério, específico, objetivo, e segue regras e princípios estabelecidos na Palavra de Deus. É a tentativa de orar em desarmonia com eles que resulta em uma experiência frustrante de não ver as orações e súplicas respondidas. Paulo declara em Efésios 6:18:

"Com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no espírito e para isto vigiando com toda a perseverança e súplica por todos os santos."

A Bíblia de Jerusalém traduz: "Com orações e súplicas de toda a sorte orai em todo o tempo..." A tradução de J. B. Phillips diz: "Orai sempre com toda a sorte de orações..."; a Bíblia Amplificada traduz: "Orai em todo tempo - em cada ocasião, em cada época - no espírito, com toda (maneira de) oração e súplica."

Há diversos tipos ou espécies de oração e cada um deles segue princípios claros. Há regras estabelecidas na Palavra de Deus para esses diferentes tipos de oração. E é aqui onde há grande confusão. Costumamos definir nosso relacionamento com Deus em uma palavra: oração. Tudo o que Lhe dizemos ou pedimos chamamos "oração". Sim, tudo é oração. É preciso, contudo, saber: Há diversos tipos de oração. Há orações que não buscam necessariamente alguma coisa de Deus. Outras visam alterar uma circunstância em nossa vida ou na vida de terceiros. A todas elas Deus deseja ouvir.

"Ó Tu que escutas as orações, a Ti virão todos os homens" (Sl. 65:2), pois "A oração dos retos é o Seu contentamento" (Pv. 15:8b).

No segundo livro da série Escola de Oração, intitulado Tipos de Oração, abordamos o assunto. Aqui vamos apenas citar a existência dos mesmos, com uma breve definição, a título de uma rápida lembrança. A quem não estudou o referido livro, recomendamos fazê-lo, a fim de tirar melhor proveito deste.

 
Níveis de Oração

Poderíamos classificar as orações em três níveis diferentes: Deus, nós e os outros. Dentro de cada um desses níveis há diversos tipos de oração:

1 - Deus como centro das nossas orações

Há orações que são dirigidas a Deus, visando Deus mesmo, o que Ele é, o que Ele faz e o que Ele nos tem feito. Outra coisa não buscamos, senão apresentar-Lhe nossa gratidão, louvor e adoração. Dentro deste nível temos três tipos de oração:

1º - Ações de Graça - A expressão do nosso reconhecimento e gratidão a Deus pelo que Ele nos tem feito. Basicamente é a oração que expressa gratidão a Deus pelas bênçãos que Ele tem derramado sobre nós.

2º - Louvor - A oração de louvor é um passo além das ações de graça. São expressões de louvor a Deus pelo que Ele faz. Louvar é reunir todos os feitos de Deus e expressá-los em palavras, numa atitude de exaltação e glorificação ao Seu Nome, que é digno de ser louvado.

3º - Adoração - O tipo de oração que exalta a Deus pelo que Ele é. É a entrada no Santo dos Santos para responder ao amor do Pai. Ali nada fala do homem, mas dEle. É o reconhecimento do que Ele é. É a resposta do nosso amor ao amor Divino.

 
2 - Nós mesmos como o centro das orações

Aqui vamos a Deus para apresentar necessidades pessoais. Embora falando com Deus, o foco da atenção é a satisfação de nossas necessidades. Vamos a Deus em busca de uma resposta para a alteração de alguma circunstância em nossa vida. Nesse nível temos também três tipos de oração:

1º - Petição - É "um pedido formal a um poder maior". É a apresentação a Deus de um pedido, visando satisfazer uma necessidade pessoal, tendo como base uma promessa de Deus. Nesse tipo de oração já temos o conhecimento de qual é a Sua vontade, pelo que o pedido será feito em fé, com a certeza da resposta, antes mesmo da sua manifestação, de acordo com Marcos 11:24.

2º - Consagração ou Dedicação - É uma atitude de submissão à vontade de Deus. Essa oração é para as ocasiões em que a vontade de Deus é desconhecida. Exige espera, consagração e inteira disposição de conhecer e seguir a vontade do Pai.

3º - Entrega - É a transferência de um cuidado ou inquietação para Deus. É lançar o cuidado sobre o Senhor, com um conseqüente descanso. Essa oração é feita quando um cuidado, um problema ou inquietação nos bate à porta.

3 - Os outros como centro das nossas orações

Aqui vamos a Deus como sacerdotes, como intercessores, levando a necessidade de outra pessoa. Nosso motivo primeiro é ver as circunstâncias alteradas na vida de outrem. Esta é a oração de intercessão. Interceder é colocar-se no lugar de outro e pleitear a sua causa.


Formas de Oração

Todos os tipos de oração podem ser levados a Deus de três formas: Através da oração privada, da oração de concordância ou da oração coletiva.

1 - Oração Privada (Mt. 6:6). Cada filho de Deus tem direito de entrar em Sua presença, com confiança, e apresentar-Lhe a oração da fé (Hb. 4:16). Nessa forma de oração só o Espírito de Deus é testemunha. Ela pode ser feita apenas no coração, ou em palavras audíveis.

2 - Oração de Concordância (Mt. 18:18-20). Aqui, dois ou três se reúnem em comum acordo sobre o que pedem a Deus. Há um poder liberado através da concordância, de acordo com Dt. 32:30.

3 - Oração Coletiva (At. 4:23-31) - Esta é feita quando o Corpo se une em oração. É uma oração de concordância com um número maior. Quando um corpo de cristãos levanta sua voz a Deus, unânime, não só na palavra ou expressão, mas no mesmo espírito, como na Igreja de Jerusalém, há uma grande liberação do poder de Deus.


Recursos de Auxílio à Oração

Toda vida e manifestação do poder de Deus é o resultado da união entre o Espírito Santo e a Palavra de Deus. Esses dois grandes recursos à nossa disposição para o exercício espiritual da oração, levam-nos a uma experiência feliz em nosso relacionamento com Deus. Seu poder começa a ser demonstrado em grande medida em nossas vidas e na vida daqueles por quem intercedemos. Esses recursos são: o uso da Palavra e a dependência do Espírito Santo na oração.

1 - Orando a Palavra - Orar a Palavra é tomar a promessa de Deus e levá-la de volta a Ele, através da oração, no espírito de Isaías 62:6-7. Quem ora a Palavra já começa com a resposta. A vontade de Deus é a Sua Palavra e toda oração de acordo com Sua vontade, Ele ouve. A Palavra elevada a Deus em oração, não voltará vazia (Is. 55:10-11).

2 - Orando no Espírito (1 Co. 14:14; Ef. 6:18; Jd. 20). Em áreas conhecidas pela mente, podemos aplicar a Palavra escrita, orando de acordo com o nosso entendimento. Mas, quando chegamos ao limite da mente, o Espírito Santo vem em nosso auxílio (Rm. 8:26-27). Podemos orar no espírito, pelo Espírito de Deus, e isso, para além de um recurso tremendo, pois oramos em linha com o coração do Pai, é uma arma poderosa contra as forças das trevas.

Armas de Combate na Oração

A oração tem terríveis inimigos no reino das trevas, mas Deus nos deu os recursos inesgotáveis da Sua graça para nos conduzir em triunfo. Daniel 10:12-21 revela o conflito espiritual para impedir a resposta às nossas orações. Efésios 6:10-18 deixa claro que a oração tem seu lado de batalha, mas 2 Coríntios 10:4-5 revela-nos que temos armas, da parte de Deus, para vencer essa batalha. Jesus nos deu autoridade de ligar e desligar (Mt. 18:18). Podemos lançar mão dessa autoridade e declarar guerra às forças de Satanás, enfrentando-as:

1 - Na autoridade do nome de Jesus, a Quem tudo está sujeito (Lc. 19:10 e Mc. 16:17).

2- Com a arma de combate, que é a Palavra de Deus (Ef. 6:17).

3 - Sob a cobertura do sangue de Cristo e no poder do Espírito Santo (Ap. 12:11 e Lc. 4:14). O inimigo será vencido por um poder maior (Mt. 12:29), pois "Maior é Aquele que está em nós..."(1 Jo. 4:4).

Enfrentamos o inimigo falando diretamente a ele, exercendo nossa fé na obra do Calvário. "Resisti ao diabo e ele fugirá de vós" (Tg. 4:7).


Vitória Pessoal

Antes que você possa ser um intercessor bem sucedido, precisa aprender a andar em vitória e a encontrar resposta para as suas próprias orações. Eis porque recomendamos que primeiro sejam estudados os diversos tipos de oração.

Todo conhecimento deve ser posto em prática, para que produza seu efeito. Temos aconselhado os guerreiros a se exercitarem no uso dos diversos tipos de oração, gastando uma hora com Deus, de forma organizada, a fim de ajudar a formação de um hábito e disciplina de orar de acordo com os princípios estabelecidos pela Palavra de Deus. Sugerimos o uso da Roda de Oração, que está no apêndice deste livro.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Caná em LIBRAS


Caná era uma pequena vila da Galileia onde Jesus Cristo realizou o seu primeiro milagre, basicamente nesta cidade os sinais de Jesus ou os milagres de Jesus começam a ser conhecido do povo e onde também curou o filho de um nobre. Segundo o Evangelho de João, era a residência de Natanael um dos discípulos de Jesus.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sinal bíblico - Mefibosete


O sinal de Mefibosete é com a configuração em “M” lembrando o sinal de deficiente.

Mefibosete (ou Meribe Baal) é um personagem bíblico do Antigo Testamento mencionado no II Samuel 9:6-13 ele era filho de Jonatas o melhor amigo de Davi (I Samuel 18:1-5) responsável por uma de suas fugas no momento em que seu pai Saul por inveja queria matar Davi (I Samuel 19).

Mefibosete  foi levado, pela babá, para uma cidade chamada Lo Debar (sem pasto), onde havia sequidão e miséria, e cujos habitantes eram todos mendigos ou doentes. Isso ocorreu após o atentado contra o reino de Saul, por parte dos filisteus, na sangrenta batalha no monte Gilboa, o que resultou na morte de Saul e seus três filhos. Teve ainda um filho pequeno de nome Mica, morando em Jerusalém.

Samuel ainda registra que Davi deu-lhe os pertences que um dia foram de Saul e, também, que Mefibosete tinha ambos os pés atrofiados. Apesar de neto de seu inimigo (Saul), era o filho de seu amigo (Jônatas), e Davi o tinha por comensal e o mesmo viveu todos os seus dias sentando a mesa com o rei Davi.

Revela-se que Mefibosete é manco porque a mulher que cuidava conta deles correu muito rápido. Mefibosete caiu e ficou manco ou com uma deficiência que lhe impunha dificuldades de mobilidade. Foi o único a não ser enforcado, junto com outros sete descendentes de Saul (entre os quais estava seu tio, também chamado Mefibosete) por causa da promessa que Davi fez a Jônatas, seu amigo, de que suas sementes cresceriam juntas.

Perguntas para reflexão: você tem confiado nas promessas de Deus em todo o tempo? Deus tem sido seu ajudador e você tem entregue a Ele sua esperança? Creia que no tempo certo Deus o honrará no tempo certo confia no Senhor e no seu tempo.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Sinal bíblico - Absalão


O sinal de Absalão é em “A” descendo em forma de z terminando o movimento com a configuração em “B”

Absalão foi o terceiro filho do Rei David, segundo o Antigo Testamento, era rebelde e tentou usurpar o trono de seu pai. No hebraico quer dizer "meu pai é paz".
Sendo o terceiro filho de Davi, era o único filho com Maacá, filha de Talmai, rei de Gesur. (II Samuel. 3:3)


Absalão era admirado por sua beleza, sem defeito, notável por sua longa cabeleira coisa que enchia seu coração de orgulho e curiosamente morreu por causa de sua longa cabeleira.
Davi teve com Maacá uma filha chamada Tamar, que se tornou uma linda mulher. Tamar foi estuprada pelo filho mais velho de Davi, Amnon,( II Samuel 13:1,20) Absalão seu irmão, manteve-a em sua casa e planejou vingar este ato. Esperou dois anos e então convidou todos os filhos de Davi para a festa da tosquia das ovelhas, em Baal-Hazor, perto de Efraim. Embora Davi tenha sido convidado ele não aceitou o convite, embora os demais tivessem aceitado. Enquanto os convidados comiam e bebiam, os servos de Absalão já previamente combinados assassinaram Amon. Os restantes fugiram para Jerusalém e contaram a Davi o sucedido, o que lhe ocasionou uma grande tristeza. Absalão fugiu para Gesur e ali ficou durante três anos com seu avô, o rei Talmai.( II Samuel 13:30-38)


 Mesmo com esta tragédia familiar Davi continuava amando a Absalão e este deseja voltar. Joabe mediou este retorno e Davi o chamou de volta, mas durante dois anos Absalão não pode comparecer à presença do rei. Posteriormente a reconciliação aconteceu de maneira completa. (II Samuel 14:21-33)

 Mesmo recebendo o perdão de seu pai a raiva continuou crescendo no coração de Absalão e o mesmo começou a traçar planos para substituir a seu pai no trono. Amon, seu irmão mais velho estava morto. Restava ainda Quileade, mas somente Absalão era de sangue nobre, porque sua mãe era filha de um rei. Aparentemente Quileade morrera cedo, pois após II Samuel 3:3 não há mais menção ao seu nome. Mas se Davi quisesse poderia escolher um dos filhos mais jovens e rejeitar a Absalão. Tal direito foi exercido quando Davi escolheu a Salomão e este tornou-se rei, embora não fosse ele o herdeiro presuntivo por questão de idade. Em II Samuel 7:12 havia uma predição de que o rei seria sucedido por um filho que na época da profecia ainda não havia nascido. Muitos tinham conhecimento disso, talvez até mesmo Absalão.Com astúcia, Absalão convenceu a muitos para a sua causa, dando a entender que seria melhor juiz que seu pai.( II Samuel 15:2-4)

Os planos de Absalão começaram a se concretizar. Após quatro anos de seu retorno de Gesur a Jerusalém, ele já se encontrava preparado para dar o seu golpe. Retirou-se para Hebrom e ali se declarou rei. Contava com o apoio de grande parte da população e Davi teve que deixar Jerusalém e ir para Maanaim, do outro lado do rio Jordão, para se proteger e planejar sua resistência.
Quando Absalão descobriu que Davi não se encontrava mais em Jerusalém, foi para lá e se apossou do poder sem qualquer resistência. Absalão, seguindo conselhos de Aitofel, (que fora conselheiro de Davi), perseguiu a Davi procurando não lhe dar tempo do golpe sofrido. Husai que havia sido enviado por Davi para ajudá-lo junto a Absalão, procurando ganhar tempo, convenceu a Absalão para reunir primeiro um contigente maior de forças que lhe garantisse a vitória. Isso feito, Davi teve tempo para reunir uma força poderosa, três divisões comandadas por Joabe, Abisai e Itai.


Joabe, que era o comandante chefe usou a tática de atrair o adversário para os bosques, para então cercá-lo. Fazendo assim, a maioria dos homens de Absalão caírem em uma emboscada e boa parte da guarda de Absalão foi destruída com facilidade, enquanto o restante fugiu. Isso se passou na floresta de Efraim ( II Samuel 18:3-6). Quando Absalão fugia em uma mula ligeira, conforme 2samuel 18. 9 sua cabeça ficou presa no carvalho e ele ficou suspenso no ar. Embora Davi tenha dado a ordem para que não o matassem, Joabe o transpassou com três dardos, depois dez jovens que levavam as armas de Joabe feriram a Absalão e o matou. Seu corpo foi jogado em uma cova, com um monte de pedras por cima.

O amor de Davi por Absalão sempre permaneceu o mesmo e a notícia de sua morte causou-lhe uma profunda tristeza. Davi parece ter sido um pai amoroso, mas fraco, por dar preferências a um em detrimento de outro, o que talvez explicasse o desvio de Absalão.

Perguntas para reflexão: você tem alimentado pecados em seu coração? Se sua resposta é positiva é melhor investir um tempo em oração pedindo perdão à Deus. Você tem prezado pela verdade em sua casa mesmo que isso cause dor no primeiro momento? Você tem buscado amar sua família de forma verdadeira ou somente de forma protetora?