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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sinal de bíblia em LIBRAS


"O que é a Bíblia?"
A palavra “Bíblia” vem do latim e grego e significa “livro”, um nome apropriado, já que a Bíblia é o Livro para todas as pessoas, de todos os tempos. É um livro sem igual, sozinho em sua classe.
Sessenta e seis livros fazem parte da Bíblia. Eles incluem livros da lei, tais como Levítico e Deuteronômio; livros históricos, tais como Esdras e Atos; livros de poesia, tais como Salmos e Eclesiastes; livros de profecia, tais como Isaías e Apocalipse; biografias, tais como Mateus e João; e epístolas (cartas formais), tais como Tito e Hebreus.
Os Autores
Cerca de 40 autores humanos diferentes escreveram a Bíblia. Ela foi escrita durante um período de 1500 anos. Os autores foram reis, pescadores, sacerdotes, oficiais do governo, fazendeiros, pastores e médicos. De toda essa diversidade surge uma unidade incrível, com temas em comum por todo o seu percurso.
A unidade da Bíblia deve-se ao fato de que, essencialmente, ela tem um Autor: Deus. A Bíblia é “Inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16). Os autores humanos escreveram exatamente o que Deus queriam que escrevessem, e o resultado foi a perfeita e santa Palavra de Deus (Salmos 12:6; 2 Pedro 1:21).
As Divisões
A Bíblia é dividida em duas partes principais: O Velho Testamento e o Novo Testamento. Em resumo, o Velho Testamento é a história de uma nação, e o Novo Testamento é a história de um Homem. A nação foi a forma que Deus usou para trazer o Homem ao mundo.
O Velho Testamento descreve a fundação e preservação da nação de Israel. Deus prometeu usar Israel para abençoar o mundo inteiro (Gênesis 12:2-3). Uma vez que Israel tinha sido estabelecida como nação, Deus fez surgir uma família daquela nação através da qual a benção iria vir: a família de Davi (Salmos 89:3-4). Então, da família de Davi foi prometido um Homem que traria a benção prometida (Isaías 11:1-10).
O Novo Testamento detalha a vinda desse Homem prometido. Seu nome era Jesus, e Ele cumpriu as promessas do Velho Testamento por viver uma vida perfeita, morrer para tornar-se o Salvador e ressuscitar dos mortos.
O Personagem Principal
Jesus é o personagem principal da Bíblia – o livro inteiro é sobre Ele. O Velho Testamento prediz Sua vinda e prepara o palco para Sua entrada ao mundo. O Novo Testamento descreve Sua vinda e Seu trabalho para trazer salvação a nosso mundo pecaminoso.

Jesus é mais do que uma figura histórica; na verdade, Ele é mais do que um homem. Ele é Deus em carne, e Sua vinda foi o evento mais importante da história do mundo. Deus Se tornou homem para nos dar um retrato claro e compreensível de quem Ele é. Como é Deus? Ele é como Jesus; Jesus é Deus na forma humana (João 1:14; 14:9).
Bíblia um Curto Resumo
Deus criou o homem e o colocou em um ambiente perfeito; no entanto, o homem se rebelou contra Deus e deixou de ser o que Deus tinha planejado para ele ser. Deus colocou o mundo sob uma maldição por causa do pecado, mas imediatamente colocou em ação um plano para restaurar o homem e toda a criação à sua glória original.
Como parte do Seu plano de redenção, Deus chamou a Abraão para sair da Babilônia e ir para Canaã (mais ou menos 2000 A.C.). Deus prometeu a Abraão, a seu filho Isaque e seu neto Jacó (também chamado de Israel) que Ele iria abençoar o mundo através de um de seus Descendentes. A família de Israel emigrou de Canaã a Egito, onde eles passaram a ser uma nação.
Mais ou menos 1400 A.C., Deus guiou os descendentes de Israel a deixar o Egito sob a direção de Moisés e deu a eles a Terra Prometida, Canaã. Através de Moisés, Deus deu ao povo de Israel a Lei e fez uma aliança (testamento) com eles: se eles permanecessem fiéis a Deus e não seguissem a idolatria das nações ao seu redor, eles iriam prosperar. Se eles abandonassem a Deus e seguissem aos ídolos, então Deus iria destruir sua nação.
Mais ou menos 400 anos depois, durante os reinos de Davi e seu filho Salomão, Israel se solidificou em um reino grande e poderoso. Deus prometeu a Davi e Salomão que um Descendente deles reinaria como um Rei eterno.
Depois do reino de Salomão, a nação de Israel foi dividida. As dez tribos do norte se chamaram de “Israel”, e eles duraram mais ou menos 200 anos até que Deus os julgou por sua idolatria: Assíria levou Israel cativo mais ou menos 721 A.C. As duas tribos do sul foram chamadas de “Judá”, e elas duraram mais tempo, mas eventualmente também abandonaram a Deus. Babilônia levou eles cativo mais ou menos 600 A.C.
Mais ou menos 70 anos depois, Deus graciosamente trouxe o restante dos cativos de volta a sua própria terra. Jerusalém, a capital, foi reconstruída mais ou menos 444 A.C., e Israel mais uma vez estabeleceu sua identidade nacional. Dessa forma o Velho Testamento termina.
O Novo Testamento começa mais ou menos 400 anos depois com o nascimento de Jesus Cristo em Judá. Jesus era o Descendente prometido a Abraão e Davi; Aquele que iria cumprir o plano de Deus de redimir a humanidade e restaurar a criação. Jesus fielmente completou Sua tarefa: Ele morreu pelo pecado e ressuscitou dos mortos. A morte de Cristo é a base para a nova aliança (testamento) com o mundo: todo aquele que tem fé em Cristo vai ser salvo do pecado e viver eternamente.
Depois da Sua ressurreição, Jesus enviou Seus discípulos para anunciar as novas da Sua vida e Seu poder para salvar em todos os lugares. Os discípulos de Jesus saíram em todas as direções anunciando as boas novas de Jesus e da salvação. Eles viajaram pela Ásia Menor, Grécia e por todo o Império Romano. O Novo Testamento termina com uma profecia do retorno de Jesus para julgar o mundo incrédulo e libertar

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Sinal bíblico - Ageu


O sinal de Ageu é com a configuração e “A”e “G” na altura do peito lembrando o sinal de profeta.

Ageu, cujo nome significa “Minha Festa!” (ou Minha Celebração), viveu (520 a.C.) durante o período do Rei Dario, da Pérsia, rei que libertou o povo de Judá para voltar à sua terra natal. Este tempo foi o tempo de Zorobabel como governador de Jerusalém (que havia sido restaurada por Neemias) e de Josué, o sumo sacerdote, que fora precedido por Esdras (o sacerdote que achou as Escrituras e reinstituiu o culto). A profecia cobre um período curto de apenas quatro meses.
Ageu profetiza para o remanescente da nação judaica. Este remanescente é um dos remanescentes referidos por Sofonias, que profetizou antes do cativeiro babilônico, avisando de que isto aconteceria. Em relação a isto, o texto chave se encontra em 1:14 onde diz que “o Senhor suscitou o espírito do governador e do povo”. Daí o tema da profecia de Ageu estar em consonância com a profecia de esperança de Sofonias: “Deus que restaura bênçãos perdidas”. A ênfase da mensagem do profeta se situa no que está às mãos para ser feito – terminar a construção do Templo – “considerai vossos caminhos – edificai a casa” (1:7-8).


A profecia de Ageu se divide em quatro mensagens em torno de três temas: A primeira mensagem (1:1-15), para o povo se levantar da sua estagnação e encarar sua negligência pecaminosa (1-6), para movimentar-se em torno da chamada para reconstrução do templo. Diante da declaração de juízo do Senhor (7-11) o povo responde positivamente (12-15). Esta é uma mensagem para sacudir a consciência e levar o povo a se mexer e edificar a casa de Deus.

A segunda e terceira mensagens focalizam num aspecto escatológico – o Templo do Milênio de paz. A segunda mensagem (2:1-9) é de encorajamento, para sustentar a esperança do povo, cujo tema é: “porque Eu estou convosco” (4). Esta se baseia em alguns fatos concretos na vida do povo de Deus: A aliança de Jeová com Israel e a Fidelidade de Deus a esta aliança (v.5); O Espírito do Senhor permanece com o profeta e não deveriam temer (v.5); e Deus diz que haverá um grande abalo das nações (tribulação) e um que é o desejo (Cristo) das nações virá , e a glória da Sua habitação será maior que a da primeira (vs. 6-9).

A terceira mensagem, que se ajunta à segunda, é para confirmar a bênção sobre o povo (2:10-19). O ponto crucial desta está na afirmativa de que “desde este dia hei de vos abençoar” (v.19). Estas duas mensagens (a segunda e a terceira) focalizam a predição do templo milenar, acompanhada da promessa de bênçãos no tempo presente. Dá-nos também uma visão da tribulação do final dos tempos (v.7) com a expressão sobre o “abalo de todas as nações” – veja Heb 12:26; Dan 12:1 e Apoc 16:18-20, e também aponta para o Messias como sendo “o desejo de todas as nações” (v.7), que é a bênção final e eterna.

A quarta mensagem, que é para assegurar a promessa (2:20-23) tem como tema a destruição do mundial gentio. A expressão “naquele dia... tornar-te-ei...” (v.23) aponta para o abalo das nações e para o dominador prometido. Ela é direcionada a Zorobabel, governador de Jerusalém, na expressão de: “naquele dia... o Senhor fará um sinal (de autoridade)”. Zorobabel, que era descendente de Davi (Mat 1:12), tipifica o Cristo do NT. Cristo é ilustrado como sendo investido com todo o poder e autoridade. É importante notarmos que o próprio Zorobabel poderá compartilhar como um dos ministros do Messias no Reino (Dan 12:3).

O profeta Ageu, diante de uma situação social, econômica e política de extrema oposição, transmitiu ao povo esperança e confidência.

Perguntas para reflexão: O que você pensa sobre a conhecida teologia da prosperidade? Pra você o que significa prosperidade? Você tem amado a Deus em todas as situações de sua vida?